Sentimentos: a girafa que queria sucesso (presunção)
Sentimentos: a girafa que queria sucesso (presunção)

Sentimentos: a girafa que queria sucesso (presunção)

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Delicadamente ilustrados, estes livros contêm breves contos que, revelando situações e peripécias de seus graciosos personagens, incentivam a criança a desenvolver sentimentos de nobreza moral. O cultivo de bons sentimentos merece ter lugar de destaque na formação do caráter infantil - futuro cidadão. É fator que favorece o desenvolvimento harmonioso de suas faculdades culturais e espirituais. As leis que conduzem o homem à paz de consciência e à felicidade, ainda que relativa, fundamentam-se na prática de todas as virtudes. A coleção Sentimentos visa demonstrar à criança, por meio de exemplos de comportamento, personificados, de insetos e animais retratados em seus livros, as desvantagens da prática de ações baseadas em sentimentos de ordem inferior, como a presunção, a vaidade exagerada, a ambição, o egoísmo, a soberba, a falsidade. Assim, enquanto se distrai lendo as simpáticas histórias e acompanha as situações e peripécias vivenciadas pelos protagonistas, a percepção da criança é despertada para uma análise comparativa do comportamento de cada personagem, fazendo-a chegar à conclusão que as virtudes e os valores éticos aproximam as criaturas, enquanto os sentimentos menos dignos as distanciam, e podem acarretar desacertos, dificuldades, conflitos. Decidida a alcançar sucesso, a girafa Amanda lança mão de recursos inadequados. Pretensiosa, não hesita em mentir e inventar histórias para conseguir seus objetivos. Mas acaba levando um bom susto, que a faz refletir na vantagem de agir com honestidade e humildade, virtudes que a ajudam a reconquistar o respeito e a estima de seus companheiros. PRESUNÇÃO A presunção é um sentimento inadequado, que revela falta de modéstia. Enquanto esta atrai simpatia e cooperação, a presunção afasta as pessoas, que evitam o convívio com gente presunçosa, convencida demais. Ser presunçoso significa ter uma opinião exageradamente boa de si próprio, achar-se o melhor em tudo: o mais bonito, o mais inteligente, o mais competente, enfim, superior às demais pessoas. É preciso saber, entretanto, que ninguém faz nada sozinho no mundo. Todos nós precisamos uns dos outros para viver.