Nanão

Nanão

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Nanão é um livro para crianças e para os adultos que convivem com elas. Qualquer leitor ou leitora vai se divertir, se identificar, se surpreender ou aprender a conviver com um Nanão. De certa maneira, todo mundo é, já foi ou conhece algum Nanão na vida. Quem já não disse não querendo dizer sim alguma vez? Por birra, por insegurança, pra ser diferente, pra não dar o braço a torcer, pra irritar, por achar que não sabe ou por ter medo de errar.... O nome do personagem desta narrativa já anuncia sua principal característica: ele só responde “não”, mesmo quando lhe perguntam se quer brincar, comer algo gostoso, passear, ver os amigos... Por que será? Essa é a questão que vai provocar muita inquietação nos leitores, afinal, quem diz não a um passeio no parque ou a um brigadeiro? Sem desistir e intrigado com os tantos nãos recebidos, o personagem que sempre convidava Nanão a fazer alguma coisa se pergunta o que poderia fazer para mudar a resposta e o comportamento sisudo de Nanão. Se o problema não estivesse na resposta, então deveria estar na pergunta. Como fazê-las de uma forma diferente? Essa mudança de ponto de vista e a disponibilidade para descobrir uma solução que transforme as negativas de Nanão em uma resposta afirmativa inicia assim segunda parte da narrativa.

 

Nanão is a book for children and for the adults who live with them. Any reader or reader will have fun, identify, be surprised or learn to live with a Nanão. In a way, everyone is, has been or knows a Nano in their lives. Who hasn't said no, meaning yes sometime? Out of temper, out of insecurity, to be different, to not let go, to annoy, because I don't know or because I'm afraid of making mistakes.... The name of the character in this narrative already announces its main characteristic: he just he answers “no”, even when asked if he wants to play, eat something tasty, go for a walk, see his friends... Why is it? This is the question that will cause a lot of disquiet in readers, after all, who says no to a walk in the park or a brigadeiro? Without giving up and intrigued by the many not received, the character who always invited Nanão to do something wonders what he could do to change Nanão's answer and serious behavior. If the problem wasn't in the answer, then it should be in the question. How to do them differently? This change of point of view and the willingness to find a solution that transforms Nanão's denials into an affirmative answer thus begins the second part of the narrative.